terça-feira, 30 de abril de 2013














Rogério Menezes arbitro amador, formado pela FCF e FCFA













Reforço aqui o empenho da segurança pública em manter a ordem em nos dar segurança, creio que os comandantes fazem um bom trabalho, já nossa justiça, em geral, ou nossas Leis... deixam a desejar. 

sábado, 3 de novembro de 2012

Como funciona uma lousa digital?

A lousa digital é como uma tela imensa de um computador, porém mais inteligente, pois é sensível ao toque. Desta forma, tudo o que se pensar em termos de recursos de um computador, de multimídia, simulação de imagens e navegação na internet é possível com ela. Ou seja, funciona como um computador, mas com uma tela melhor e maior.
O professor pode preparar apresentações em programas comuns de computador, como Power Point, por exemplo, e complementar com links de sites. Durante a aula, é possível, enquanto apresenta o conteúdo programado, navegar na internet com os estudantes. Pode ainda criar ou utilizar jogos e atividades interativas, contando com a participação dos alunos, que vão até a lousa e escrevem nela por meio de um teclado virtual - como aqueles de páginas de banco na internet - ou por meio de uma caneta especial ou com o dedo, já que a lousa lê ambas as formas.
O ensino conta com novos recursos, pois é possível, por exemplo, fazer apresentações em três dimensões para apresentar o corpo humano, e estudar geografia com a ajuda de mapas feitos por satélite e disponíveis em sites como o Google Maps ou Google Earth. "Na lousa digital, a criatividade é o limite", comenta André Asquenazi, professor de tecnologia da escola Lumiar Lageado, de Santo Antonio do Pinhal, a 173 km da capital paulista.
Nada do que é feito na lousa digital se perde, pois se o professor quiser, é possível salvar a aula etapa por etapa, a cada contribuição sua ou dos alunos. Assim as aulas podem ser guardadas para sempre e até compartilhada com os estudantes, via e-mail.
Na Lumiar Lageado, os professores ainda estão se adaptando à nova tecnologia e recebendo treinamento. "Mas as crianças já dominam e o interesse delas pelas aulas que utilizam essa novidade é muito superior àquelas sem ela", diz o professor Asquenazi.
A lousa digital, segundo o professor, tem permitido com que os alunos do Ensino Fundamental façam uma horta. De início, a turma desenvolve uma horta virtual na lousa, planejando os canteiros, a medida da área de cada plantio antes de partir para a ação. "Depois, vamos pegar o desenho virtual e fazê-lo real na nossa área de terra", conta o professor. "O mais empolgante nisso é que a criação será coletiva, no virtual e no real", afirma.
lousa digital

Mas ainda fica uma pergunta no ar: qual é a diferença, no aprendizado das crianças, em usar a lousa digital ou os computadores? Este será um grande desafio para o futuro.

Retirada originalmente do site: InfoEscola


Comentarios de Carlos Emanuel

Esse sistema tem uma vantagem bem maior do que o aluno ficar somente no computador. O mais importante 'e a integracao que esse mecanismo tras

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

10 tecnologias que revolucionarão a educação


São Paulo - Especialistas ouvidos por INFO Online indicam dez tecnologias que vão mudar a forma como crianças, jovens e adultos aprendem.
Saiba como ferramentas de colaboração, jogos online e até redes sociais vão ajudar a qualificar mão de obra, formar cientistas e espalhar o conhecimento. Veja abaixo a lista de indicações criada pelos professores e especialistas Luli Radfahrer e Gil Giardelli.

·         Educação

1 - Videogames – Os consoles PlayStation 3 e Xbox 360 são compatíveis com sensores e possuem conexão à internet. Eles permitem também fazer videoconferência e acessar o conteúdo de parceiros comerciais. O ponto forte destes dispositivos é o uso dos ambientes didáticos virtuais que permitem rápidas decisões, segundo Radfahrer.

2 - Sensores – Além do Kinect, da Microsoft, a Nike comercializa a pulseira FuelBand, que permite acompanhar o histórico de atividades e rastrear os praticantes de atividades físicas. De acordo com o especialista, os profissionais da área de saúde podem usufruir desta tecnologia para estimular alunos e pacientes.

3 - GPS – O dispositivo de posição global ajuda no ensino da geografia e disciplinas como dinâmica populacional ao informar as referências de latitude, longitude e altitude. “Eles também mensuram alterações físicas no ambiente e podem ser usados em atividades correlacionadas com ciência”, diz Radfahrer. Hoje, há carros, telefones e relógios com receptores embutidos.

4 - Circuitos abertos – O Arduino possui enfoque nos estudantes e permite compreender a eletrônica e o funcionamento de máquinas. Além disso, atrai curiosos que desejam criar os seus próprios circuitos usando uma biblioteca pública de comandos.

5 - Tablets – Além dos videogames, os tablets serão cada vez mais usados durante as rotinas escolares. De acordo com Radfahrer, estes dispositivos agregam conteúdos interativos às aulas e substituem livros didáticos e vídeos. As tarefas de campo, seminários e visitas técnicas também podem usufruir desta tecnologia.

6 - Cloud services – Os serviços na nuvem facilitam a sincronia de trabalhos em equipe e a organização de repositórios coletivos. Hoje, é possível criar contas em serviços de hospedagem de arquivos e pacotes de escritório, por exemplo, e acompanhar o andamento de projetos de qualquer computador ou tablet com acesso à web.

7 - Fim dos espaços concretos e aulas cronometradas – Hoje, os sites Coursera, Academicearth e Einztein permitem lecionar a partir de qualquer região com acesso à internet assuntos sobre ciências da computação, genoma e ciência das máquinas. “Sua universidade está em greve? Continue estudando em rede”, comenta Giardelli. Já Radfahrer comenta que este sistema de ensino ajuda a acompanhar o aluno individualmente, esclarecer e monitorar as dúvidas e criar avaliações. Há também os grupos de estudos Inovadores ESPM, LibraryThing e PaperBackSwap. Geralmente, estes sites contam com bibliotecas virtuais com documentários, vídeos e apostilas.

8 - Simulador – Esta tecnologia pode ajudar na compreensão de situações complexas e dinâmicas que poderia levar dias com cálculos humanos. Os simuladores também ajudam a compreender os relacionamentos pessoais, intervenções cirúrgicas e administração de empresas ou cidades.

9 - Robôs – Na Coréia do Sul, os alunos de algumas escolas lidam com um robô durante as aulas. Na área de saúde, estas máquinas conseguem simular sintomas e ajudam médicos durante treinamentos. Há também o software chamado Robo Ticot, um projeto europeu que, de acordo com os desenvolvedores, possui grande facilidade em interagir com as pessoas e pode ser usado em áreas educacionais, governamentais e empresariais.

10 - Personalização –Tecnologias lançadas recentemente permitem gerar bases de dados complexas, analisar métricas e criar sistemas de recomendação. Estes serviços podem ser usados para auxiliar programas de ensino individualizado com base no histórico e necessidades do aluno.


Enem 2012: a web também é assunto de prova

Reflexões sobre o mundo virtual e redes sociais são cada vez mais cobradas dos candidatos





RIO - A internet é um assunto que não sai da cabeça de quem seleciona as questões do Enem. Perguntas sobre a linguagem usada nas redes sociais estiveram presentes nas provas dos últimos três anos, assim como a discussão sobre a interferência do Twitter e do Facebook na realidade do jovem, que, hoje, usa mais a internet para se conectar com o mundo do que qualquer outro meio de comunicação. Já a proposta de redação do ano passado, cujo tema foi "Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado", cobrava uma reflexão do aluno sobre os limites de privacidade nesse mundo virtual.

- Acredito que, este ano, a discussão em torno das redes sociais apareça de novo na prova, pelo menos em duas questões, ainda mais com o Facebook tendo atingido a marca de um bilhão de usuários em outubro. Hoje, não vivemos apenas em um mundo real, há também o virtual, e o Enem está ligado nisso - garante Sérgio Monteiro, professor de língua portuguesa do colégio Liessin.
Professor de história da escola Dínamis, Alexandre Chada ressalta que há dois casos recentes de mobilização dos jovens em prol de causas políticas através da internet: a Primavera Árabe e as campanhas eleitorais para prefeito no Rio. Ambos utilizaram as redes sociais como ferramenta para o ativismo político e devem ser estudadas.
- Não há como ignorar a crescente importância da internet na formação de opinião no mundo de hoje. A tendência das provas é explorar cada vez mais o tema e sempre de forma contextualizada - afirma Alexandre.
Além de ser objeto de estudo, a internet também pode ser uma ferramenta. Os portais de notícias, os blogs e até mesmo o YouTube podem complementar o material didático tradicional.
- O perigo é cair na tentação de ignorar o livro didático e ficar somente com a internet. Também é importante verificar a credibilidade das fontes pesquisadas - alerta o professor de história.
Como não se pode confiar nas informações fornecidas por qualquer site ou blog, uma boa dica é pedir indicações aos professores.





Noticia retirada na integra do site Globo Vestibular


Comentários Carlos Emanuel:
Não podemos jamais negar a importância das redes sociais e tentar entender como é essa linguagem. O ENEM que vem abordando esse tema no vestibular busca se integrar ao modo de pensar da atualidade, por isso sua prova vai se adaptando a essa nova maneira de ser.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Denúncia contra aluna que fez diário da escola deve ser arquivada


denúncia contra a estudante Isadora Faber, 13, que criou um diário virtual para mostrar os problemas da escola pública onde estuda, não deve seguir adiante, segundo a Polícia Civil de Santa Catarina. A aluna havia sido acusada de calúnia e difamação por uma das professoras da escola, que fica em Florianópolis.
Segundo o delegado Marcos Alessandro Vieira Assad, após registrar um boletim de ocorrência contra a aluna no final de agosto, a professora decidiu não fazer uma representação criminal contra ela, o que impede a abertura de um inquérito policial para investigar o caso.
"Não houve representação por nenhuma das partes, o que é uma exigência legal. Com isso, [o caso] não poderá ir para frente", afirma Assad.
O delegado diz ainda que vai ouvir a diretora da escola e enviar o caso à Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente e ao Ministério Público, para acompanhamento. "Fisicamente, ele vai à Justiça, mas não deve ter prosseguimento. O mais provável é que seja arquivado", diz.
Alvarlio Kurossu/Agência RBS/Folhapress
Professora registrou boletim de ocorrência acusando aluna da 7ª série de calúnia e difamação em SC
Professora registrou boletim de ocorrência acusando aluna da 7ª série de calúnia e difamação em SC
Isadora foi intimada a prestar depoimento na terça-feira (18), acompanhada do pai. "Nunca tinha entrado numa delegacia antes", escreveu a jovem na página "Diário de Classe".
Segundo a mãe de Isadora, a produtora de vídeos Mel Faber, 45, a professora de português incomodou-se com um comentário feito no dia 24 de agosto.
"Hoje a professora de português Queila, preparou uma aula pra me 'humilhar' na frente dos meus colegas, a aula falava sobre política e internet, ela falava que ninguém podia falar da vida dos professores, porque nós podíamos ter feito muitas coisas erradas pra eles odiarem e etc. Eu e acho que a maioria dos meus colegas entenderam o recado 'pra mim". (...) Confesso que fiquei muito triste", escreveu Isadora à época.
A mãe da aluna disse que a professora já havia conversado com Isadora e o assunto estava encerrado. A família surpreendeu-se quando recebeu a intimação.
"Ela ficou um pouco assustada [quando foi intimada], mas voltou bem contente. Foi muito bem tratada e falou o que tinha feito", diz Mel.
CRÍTICAS
Criada em julho, a página de Isadora no Facebook já conta com mais de 280 mil seguidores. Segundo a mãe, após criar a página, a aluna passou a receber críticas e indiretas na escola. "Ela chega a sofrer ameaça de alguns colegas", conta.
A reportagem tentou falar com a diretora da escola nos últimos dois dias, mas não conseguiu contato. Já a Secretaria de Educação de Florianópolis disse que "a situação tornou-se um caso particular entre a professora e a família da aluna" e que não iria interferir.
O Ministério Público diz que, após receber os depoimentos, vai verificar se os direitos da criança estão sendo respeitados.

Noticia veiculada no dia 20/09/2012 retirada na integra do site Folha Cotidiano Educação


Comentário de Carlos Emanuel

As redes sociais tem sido um perigo para o modo arcaico de alguns professores ensinarem. A possibilidade do aluno postar aquilo que está acontecendo faz os mestres repensarem o modo como ensinar. Cabe ao educadores entrarem nessa onda e tentar entender melhor o universo do novo aluno.
Também existe aquilo que passa do normal, no caso se usar de blogs e outros instrumentos tecnológicos para manipular situações ou mesmo postar algo somente por uma raiva momentânea que o aluno tem do professor.
O importante é ver o aluno refletindo sobre o que postar, pois as vezes algo simples na rede pode repercutir mal e acabar com a reputação de alguém. Tudo deve ser feito com moderação.

Escola pública do Distrito Federal testa chip para monitorar alunos


Projeto piloto manda SMS aos pais ou responsáveis pelos alunos, informando o horário de entrada e saída da escola



Por meio de um chip fixado no uniforme, uma turma de 42 estudantes do primeiro ano do ensino médio tem suas entradas e saídas monitoradas no Centro de Ensino Médio (CEM) 414 de Samambaia, cidade do Distrito Federal (DF) localizada a cerca de 40 quilômetros da área central de Brasília. O projeto piloto, que começou a funcionar no dia 22 de outubro, manda mensagem por celular aos pais ou responsáveis pelos alunos, informando o horário de entrada e saída da escola.

A diretora do CEM 414, Remísia Tavares, disse à Agência Brasil que entrou em contato com uma empresa que implanta os chips nos uniformes depois de saber que o sistema funcionava em uma escola em Vitória da Conquista, na Bahia. Segundo ela, a medida foi tomada para aumentar a permanência dos alunos nas salas de aula. "Os professores dos últimos horários reclamam que muitos alunos costumam sair antes do término das aulas. Por mais que a escola tente manter o controle, eles dão um jeito de sair da escola".

De acordo com a diretora, o monitoramento foi bem recebido pelos pais, aproximando-os da vida escolar de seus filhos. "Fizemos reuniões para saber a opinião dos pais a respeito do chip, e eles gostaram da ideia. Os pais se sentem mais tranquilos, sabendo exatamente a hora em que seus filhos entram e deixam a escola", disse Remísia.

O representante da empresa que implantou os chips nos uniformes, Bruno Castro da Costa, explicou que o sistema funciona por meio de um sensor instalado na portaria principal do colégio, que lê as informações contidas no chip cadastrado.

"O sistema não altera a rotina dos estudantes. Eles entram normalmente na escola, os dados são passados para o computador e, 30 segundos depois, os pais são notificados. Uma mensagem é enviada quando o aluno entra na escola e outra no momento da saída. Apesar de ficar registrado também na direção do colégio, o sistema não substitui a chamada de presença em aula. Também estão sendo registradas as entregas de boletins ou outros eventos, e a direção pode utilizar o programa para encaminhar o recado ao celular cadastrado", acrescentou Costa.

Charles de Oliveira, também representante da empresa responsável, disse que o sistema poderá futuramente otimizar o tempo de estudo nas salas de aulas. "Os professores perdem cerca de 20 minutos para realizar as chamadas durante as aulas. Futuramente, isso pode acabar, pois será registrada a presença automaticamente. Além disso, estamos estudando formas para que o sistema contribua também com os programas do governo, acelerando a divulgação de dados".

Os estudantes Bárbara Coelho, 16 anos, e Jefferson Alves, 15 anos, não se incomodam com o monitoramento pelo chip. "Eu acho que é uma boa maneira de os nossos pais ficarem mais tranquilos e até confiar mais, sabendo que estamos na escola. Eu não me sinto inibida, pois sempre frequentei as aulas", disse Bárbara. "Só quem tem costume de matar aula vai se incomodar, já que agora os pais vão ficar sabendo", completou Jefferson.

No dia 13 de novembro, um relatório será enviado ao Conselho de Educação da escola e à Secretaria de Educação do Distrito Federal com os resultados da experiência. Caso o sistema seja aprovado, a fixação dos chips no CEM 414 deverá ser ampliada para os 1,8 mil alunos da instituição no próximo ano.


Noticia Retirada na integra do Site Estadão Educação


Comentário de Carlos Emanuel
A tecnologia acima vem dar aos pais mais tranquilidade ao saber que seus filhos estão seguros dentro da escola. Para aqueles alunos responsáveis é uma forma de passar mais confiança para os pais. Agora fica aquele questionamento de a vida ser vigiada e tirar um pouco da liberdade das próprias pessoas em fazerem suas escolhas.
Se esse chip é colocado para crianças realmente é um avanço, porém para adolescentes pode gerar aquele sentimento de ser cerceado seu espaço de ir e vim. Por mais que ainda não sejam adultos, eles tem aquele desejo de ser livre e poder escolher se quer ou não ir a aula naquele dia.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Ensino a distância no Brasil


Já foi se o tempo em que era necessária a presença de aluno e professor para assistir uma aula. Hoje as pessoas podem usufruir do ensino a distância com facilidade, de acordo com uma reportagem que saiu no site Invert NE, cerca de 3,5 milhões de pessoa estudam a distância no Brasil. Esse número só tende a crescer, pois a educação não tem limites, as pessoas estão percebendo isso e buscando conhecer esse novo caminho, através de aulas à distância, intercâmbio, novas tecnologias que atraem pessoas que por algum motivo, seja financeiro, de tempo, ou ate mesmo uma preferência por esse tipo de ensino. Sabemos que o Brasil não é exemplo de educação, pelo menos por enquanto, mas com essa nova proposta de ensino a distância, muitos terão grandes oportunidades de crescer e adquirir muito mais conhecimento.